segunda-feira, 28 de julho de 2014

O LADO DA RAZÃO E DA JUSTIÇA





Eis o lado da razão e da Justiça. 

O líder do Hamas, Khaled Meshaal, expõe com clareza que o povo palestino da faixa de Gaza tem o sagrado direito de defender-se dos crimes de bloqueio e bombardeios do invasor e opressor estado neonazista e sionista de Israel. 

O resto é mentira sobre mentiras da imprensa mundial e, em especial, ocidental. 

Vale a pena a leitura!

Paulo Monteiro


  • Renato R. B. Monteiro É uma situação bem difícil, pai. Não quero entrar no lado político da questão, mas na minha opinião, enxergando na perspectiva humanitária, o que mundo está vendo é um povo sendo dizimado e de braços cruzados. É isso ou uma guerra de proporção mundial.
  • Paulo Monteiro Concordo em discordar de você, caro Raimundo Eleno Dos Santos. O que os palestinos querem é que o invasor, opressor, fascista e neonazista estado sionista de Israel devolva as terras que ocupou pela força e pare de prender, torturar e trucidar crianças e mulheres palestinas. Só isso! E com isso haverá a tão sonhada paz por implicar na criação do Estado da Palestina com toda a sua plenitude e autonomia. Dizer simplesmente que os "palestinos querem aniquilar Israel de forma definitiva" é, com o devido respeito, uma argumentação simplista, injusta e muito pouco razoável. Abraço ao amigo!
  • Paulo Veloso Tá na hora de Jesus descer novamente a terra é santa. (Cruz F C ).
  • Raimundo Eleno Dos Santos VEJA O QUE DIZ O Alcorão, Surata 9,5 Ó fiéis, não tomeis por amigos os judeus nem os cristãos; que sejam amigos entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por amigos, certamente será um deles; e Alá não encaminha os iníquos. Alcorão, Surata 5,51 "Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos." O QUE ELES QUEREM É ANIQUILAR ISRAEL.
  • Paulo Monteiro Continuo concordando em discordar do amigo. Agora, mais ainda, porquanto remete uma questão de opressão, injustiça e beligerância militar à religião. Registre-se que, até agora, em nenhuma postagem minha investi sobre religião. Não falei da Bíblia, nem falei do Alcorão, nem de nenhum outro livro tido como sagrado. É que todos têm o meu respeito. O amigo pinçou uma Surata e versículo do Alcorão na vã tentativa de estigmatizar a nação árabe como o mal em si e obter ganho na defesa das inúmeras chacinas cometidas por Israel. Eu também poderia pinçar muita coisa na Bíblia, e presumo que o amigo seja Católico Apostólico Romano, especialmente no Velho Testamento que é uma verdadeira casa dos horrores, mas não o farei pelas razões até agora expostas. Apenas, farei um brevíssimo comentário sobre o Velho Testamento. É que ele é tão fértil em ódio, mortes, traições, incestos, guerras, etc, que logo cuidaram de fazer o Novo Testamento rico em mensagem de amor, fé e esperança em Cristo. E, mesmo assim, o doce e suave Cristo acabou morto crucificado pelos... judeus. Mas deixemos isso de lado. No entanto,, como o amigo fez a citação escolhida do Corão, permito-me aqui fazer a mesma coisa: "Ó vós que credes, sede firmes na distribuição da justiça, mesmo contra vosso pai, vossa mãe e vossos parentes, trate-se de um rico ou de um indigente. Deus vela sobre todos." (4:135). Na mesma linha, o Corão, ou Alcorão, merece tanto respeito quanto a Bíblia, ambos são Livros Sagrados, e um dos dogmas do islamismo diz "...O Alcorão não classifica os homens conforme sua raça, cor, nacionalidade, cultura, posses econômicas, classes sociais. Não obstante essas diferenças, todos os homens são iguais ante Deus. O que os distingue é sua fé." Pensar e arriscar escrever com tentativa de indução de perspectiva desviada não é demonstração de erudição e conhecimento. Enfim, trazer a questão da religião para essa questão da barbárie nazifascista israelense é mera tentativa de desviar o foco e beneficiar o opressor e criminoso. Não devemos caminhar por aí. Não devemos minimizar o máximo e maximizar o mínimo. E o máximo é que crianças, mulheres e homens indefesos estão chacinados na Palestina para saciar a sede de sangue e corpos dos israelenses. Aqui, confesso-lhe, caro Raimundo Eleno Dos Santos, tenho uma intransponível dificuldade e objeção em aceitar isto com a naturalidade e a defesa que o amigo faz e justifica tal barbárie. Por isso, repito: sinto-me sereno em concordar em discordar do caro amigo. E lembro aqui a lição, por muito oportuna, de Saramago que, em outras palavras mas com o mesmo sentido, diz que "....Aprendeu a não tentar convencer ninguém. O ato de convencer é uma colonização, portanto, uma falta de respeito com o outro...". Pois bem. Eu jamais faltarei com esse respeito ao amigo, apenas insistirei em concordar na enorme discordância que temos. Abraço! E bom domingo!

A PARCERIA ENTRE O "ANÃO DIPLOMÁTICO" E O GIGANTE ASSASSINO.


Não! Não se trata da fábula bíblica entre Davi e Golias!

É sobre o nosso Brasil e o neonazista Israel mesmo!

Ocorre que, mesmo sendo ofendido e ridicularizado, o Brasil ainda firma parcerias em diversas áreas com esse estado criminoso.

Agora, foi com a aprovação da ANVISA que a israelense BRAINSWAY e a brasileira MEIZIER UCB BIOPHARMA podem oferecer "nova tecnologia" contra o mal da depressão. 

Desde já, confesso-lhes a minha grande preocupação com essa "nova tecnologia" porque não consigo dissociar a euforia dos sionistas israelenses com a matança dos palestinos em Gaza desse suposto tratamento contra a depressão. 

Pois bem. Será que esse estado de gozo e euforia desses assassinos tem a ver com essa "nova tecnologia" oferecida em parceria ao Brasil?

Pensando nisso, já estou imaginando a propaganda neonazista israelense nos seguintes termos: 

"Mate as crianças e mulheres palestinas e livre-se, cure-se, da depressão."

Pôxa, Dilma Rousseff, assim não é possível, assim não dá! 

Por favor, vê se bota ordem nesse "Anão diplomático" antes que todos nós viremos personagens de programas humorísticos.

Olha, ainda estou lhe dando um voto de confiança! 

Portanto, não se apequene!

Tenho dito.


Paulo Monteiro


FONTE: COLUNA DO ANCELMO GOIS


E no facebook...
  • Lucia Brandão Brandão Já fiquei depressiva só em pensar nessa mísera parceria...
  • Paulo Monteiro Continuo concordando em discordar do amigo. Agora, mais ainda, porquanto remete uma questão de opressão, injustiça e beligerância militar à religião. Registre-se que, até agora, em nenhuma postagem minha investi sobre religião. Não falei da Bíblia, nem falei do Alcorão, nem de nenhum outro livro tido como sagrado. É que todos têm o meu respeito. O amigo pinçou uma Surata e versículo do Alcorão na vã tentativa de estigmatizar a nação árabe como o mal em si e obter ganho na defesa das inúmeras chacinas cometidas por Israel. Eu também poderia pinçar muita coisa na Bíblia, e presumo que o amigo seja Católico Apostólico Romano, especialmente no Velho Testamento que é uma verdadeira casa dos horrores, mas não o farei pelas razões até agora expostas. Apenas, farei um brevíssimo comentário sobre o Velho Testamento. É que ele é tão fértil em ódio, mortes, traições, incestos, guerras, etc, que logo cuidaram de fazer o Novo Testamento rico em mensagem de amor, fé e esperança em Cristo. E, mesmo assim, o doce e suave Cristo acabou morto crucificado pelos... judeus. Mas deixemos isso de lado. No entanto,, como o amigo fez a citação escolhida do Corão, permito-me aqui fazer a mesma coisa: "Ó vós que credes, sede firmes na distribuição da justiça, mesmo contra vosso pai, vossa mãe e vossos parentes, trate-se de um rico ou de um indigente. Deus vela sobre todos." (4:135). Na mesma linha, o Corão, ou Alcorão, merece tanto respeito quanto a Bíblia, ambos são Livros Sagrados, e um dos dogmas do islamismo diz "...O Alcorão não classifica os homens conforme sua raça, cor, nacionalidade, cultura, posses econômicas, classes sociais. Não obstante essas diferenças, todos os homens são iguais ante Deus. O que os distingue é sua fé." Pensar e arriscar escrever com tentativa de indução de perspectiva desviada não é demonstração de erudição e conhecimento. Enfim, trazer a questão da religião para essa questão da barbárie nazifascista israelense é mera tentativa de desviar o foco e beneficiar o opressor e criminoso. Não devemos caminhar por aí. Não devemos minimizar o máximo e maximizar o mínimo. E o máximo é que crianças, mulheres e homens indefesos estão chacinados na Palestina para saciar a sede de sangue e corpos dos israelenses. Aqui, confesso-lhe, caro Raimundo Eleno Dos Santos, tenho uma intransponível dificuldade e objeção em aceitar isto com a naturalidade e a defesa que o amigo faz e justifica tal barbárie. Por isso, repito: sinto-me sereno em concordar em discordar do caro amigo. E lembro aqui a lição, por muito oportuna, de Saramago que, em outras palavras mas com o mesmo sentido, diz que "....Aprendeu a não tentar convencer ninguém. O ato de convencer é uma colonização, portanto, uma falta de respeito com o outro...". Pois bem. Eu jamais faltarei com esse respeito ao amigo, apenas insistirei em concordar na enorme discordância que temos. Abraço! E bom domingo!

FOTOS MACABRAS DOS CRIMES DE ISRAEL


Eis o porquê de não postá-las na minha página. 

Aos que postam tenho dito:

Entendo, amigos (as)! E sei que vocês estão certos em postá-las! Todos aqui estão certos quanto a isso! 

No entanto, diante de tanto horror, estou precisando dar uma pausa para não começar a odiar. 

É que o ódio, ainda que coberto com o manto da razão, não faz bem a ninguém; e eu estou me policiando para não deixar esse sentimento tomar conta de mim.

Enfim, por isso, recentemente postei o texto sobre "O homem de lã", de minha autoria, que alguns de vocês prestigiaram, curtindo-o e até comentando-o. 

Mas enfatizo que continuo atento às dores do mundo e, em especial, do povo palestino.

Abraço fraterno a todos (as)!

Tenho dito. 


Paulo Monteiro.


E no facebook...


  • Cláudia Soriano Acho totalmente desnecessário, quem tiver o interesse e o sangue frio de vê-las que vá a sua procura. Eu sinceramente acho de muito mal gosto quem as publica.
  • Paulo Monteiro Postar ou não postar, eis a questão! A quem mais interessaria e beneficiaria a não postagem? Entendo que a postagem é necessária para que o mundo tome conhecimento dos crimes de Israel. Este seria o único beneficiado com a não postagem e mais uma omissão da opinião pública. Mas respeito, e muito, a sua opinião, Cláudia Soriano!
  • Cláudia Soriano Tem outras formas de se chegar a essa informação, Paulo. O fato de não postá-las não significa alienação. Obrigada por entender a minha posição.
  • Paulo Monteiro Continuo concordando em discordar do amigo. Agora, mais ainda, porquanto remete uma questão de opressão, injustiça e beligerância militar à religião. Registre-se que, até agora, em nenhuma postagem minha investi sobre religião. Não falei da Bíblia, nem falei do Alcorão, nem de nenhum outro livro tido como sagrado. É que todos têm o meu respeito. O amigo pinçou uma Surata e versículo do Alcorão na vã tentativa de estigmatizar a nação árabe como o mal em si e obter ganho na defesa das inúmeras chacinas cometidas por Israel. Eu também poderia pinçar muita coisa na Bíblia, e presumo que o amigo seja Católico Apostólico Romano, especialmente no Velho Testamento que é uma verdadeira casa dos horrores, mas não o farei pelas razões até agora expostas. Apenas, farei um brevíssimo comentário sobre o Velho Testamento. É que ele é tão fértil em ódio, mortes, traições, incestos, guerras, etc, que logo cuidaram de fazer o Novo Testamento rico em mensagem de amor, fé e esperança em Cristo. E, mesmo assim, o doce e suave Cristo acabou morto crucificado pelos... judeus. Mas deixemos isso de lado. No entanto,, como o amigo fez a citação escolhida do Corão, permito-me aqui fazer a mesma coisa: "Ó vós que credes, sede firmes na distribuição da justiça, mesmo contra vosso pai, vossa mãe e vossos parentes, trate-se de um rico ou de um indigente. Deus vela sobre todos." (4:135). Na mesma linha, o Corão, ou Alcorão, merece tanto respeito quanto a Bíblia, ambos são Livros Sagrados, e um dos dogmas do islamismo diz "...O Alcorão não classifica os homens conforme sua raça, cor, nacionalidade, cultura, posses econômicas, classes sociais. Não obstante essas diferenças, todos os homens são iguais ante Deus. O que os distingue é sua fé." Pensar e arriscar escrever com tentativa de indução de perspectiva desviada não é demonstração de erudição e conhecimento. Enfim, trazer a questão da religião para essa questão da barbárie nazifascista israelense é mera tentativa de desviar o foco e beneficiar o opressor e criminoso. Não devemos caminhar por aí. Não devemos minimizar o máximo e maximizar o mínimo. E o máximo é que crianças, mulheres e homens indefesos estão chacinados na Palestina para saciar a sede de sangue e corpos dos israelenses. Aqui, confesso-lhe, caro Raimundo Eleno Dos Santos, tenho uma intransponível dificuldade e objeção em aceitar isto com a naturalidade e a defesa que o amigo faz e justifica tal barbárie. Por isso, repito: sinto-me sereno em concordar em discordar do caro amigo. E lembro aqui a lição, por muito oportuna, de Saramago que, em outras palavras mas com o mesmo sentido, diz que "....Aprendeu a não tentar convencer ninguém. O ato de convencer é uma colonização, portanto, uma falta de respeito com o outro...". Pois bem. Eu jamais faltarei com esse respeito ao amigo, apenas insistirei em concordar na enorme discordância que temos. Abraço! E bom domingo!